quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Saudade - Emmile Jaqueline







Saudade

Meu amor, porque se foi?
Não sabes que sinto a sua falta?
Minha boca anseia pelo seu beijo
E meu corpo anseia pelo seu calor.

Aqui dentro, bate apertado .
A dor que é a saudade
Meu coração grita, desesperadamente
Pelo seu carinhoso abraço.

Amor, quando vem? 
Para me pegar no colo, e fazer carícias.
Para sentir a alegria que é estar ao seu lado
E dançar com você juntinho
Em um céu estrelado.

Volte, sinto saudades... 
Daqueles teus aconchegos
Do perfume em seu pescoço
E do amor caloroso 

Que tem pra me dar
Não tardes em voltar
Pois sinto saudades
E qualquer hora posso ter uma loucura

De ir correndo te buscar...



Emmile Jaqueline







quarta-feira, 9 de outubro de 2013

¿Qué les digo a mis ojos, padre? - Adelaida López Marcos



¿Qué les digo a mis ojos, padre?

¡Padre! mis ojos preguntan por ti,
¿qué les digo yo a ellos?
¿Qué le digo a mi alma que se consume en medio de su lava?
¿y mis manos?, que se humillan con el gran peso de tu vacío
¿y mi cuerpo?, mi cuerpo es cobarde, ya no es capaz de levantarse.
¡Ay mi lomo!, ya no siente pertenecer a ningún rincón de mi cuerpo
¡con mi pecho descubierto!
me estoy dando de golpes
al recordar tu abrazo que ha partido tanto mi alma noble.


Me duele verte aquí tirado, entre las madrugadas de los eneros,
de los febreros, con la espalda cubierta y los ojos apretados.
¿Qué les digo yo a mis marzos?, ¿y a ellos?
¿que les digo yo a mis ojos de los abriles y mayos?


¡Me encojo padre!
y se me encoje el aire.
Me abro el pecho gritando tu nombre,
que alguien se apiade y te deje escucharme cada vez que te llame,
para que la tierra me deje de rugir,
y me sequen estas lágrimas que gritan tu nombre.
Me parto el pecho con las manos,
mi cuerpo, mi lomo, ¡todo!

¡Padre! me duele verte aquí tirado, entre las madrugadas de algún enero
con tu espalda cubierta y los ojos apretados.
¿Qué les digo yo a mis ojos?
¿Cómo les digo a mis ojos abiertos,
que no verán más a los tuyos cerrados, algún día de algún mes o de algún año?.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Lagrima



Lagrima

Chuva
E um grito
Uma lagrima
E um grito

Alegria 
Um grito de alegria
Lagrima
Uma lagrima de alegria

Não se mexa!

Rosto molhado
E um grito
Um beijo doce
E um grito

Pegadas
E um sussurro
Um olhar
E um sussurro

Não cante essa canção!

Chuva
Lagrima
Alegria
E de novo uma lagrima

Rosto molhado
Beijo doce
Pegadas
Olhar

E de novo uma lagrima
E de novo um sussurro
E de novo um grito
E de novo a chuva

Mas agora apenas o silencio

José Alberson  

Melodia do caos



Melodia do caos

Explodiram no céu
Cheias de força 
Brilho e poder
Luz e cores

Formando caos
Ensurdecedora desordem
Bela melodia
Bela desordem

Que ditou a regra
A canção da vida
Do começo
Do infinito

A cada expansão
Um soneto de tensão
E uma ordem que não se compreende
Uma ordem no caos

Caos?

Do improvável
Surgiu uma ordem
Da luz finita
Surgiu o caos

E agora o que se canta
Silencio ao vácuo
E não me diga ao contrario
Pois os milhões de anos pra mim são...

o silêncio do caos!

José Alberson


Verbo




Verbo

Ela esta no presente
Ela faz
Não fez
Não fará

E é isso que importa
Pois é isso que me atrai
Esse presente
Doce presente

É o que não espero
É o que não perdi
É o que tenho agora
Não o que a de vir


Bata de porta em porta

Sem saudade ou ansiedade
Mas sim com o toque
Da doce realidade

Presente
Crente de si mesmo
Presente
Não duvido do que vejo

Sinto o cheiro
Doce
Sinto o toque
Doce

Vejo a curva
Doce
Sinto o gosto
Doce?

Docemente adocicada
Por mãos doces?
Docemente aprumada
Por mãos doces?

Ela não fez
Ela não fará
Ela faz
Minha boca doce ficar

Docemente aguada
Minha boca aguarda
Um beijo doce
Uma língua adoçada

Que não beijará
Que não beijou
Que beija
Um beijo doce de amor

Se essa noite no passado ficar
Ira tudo se desmanchar
Mas se continuar
Minha vida eternamente doce ficará

Esse tivesse que esperar
Não iria aguentar
Minha vida amarga iria ficar
Sem você aqui para me adoçar

Seu amor doce
Seu beijar doce
Seu eu doce
Verbo doce



José Alberson

Esqueci-me das Borboletas - Zaida Machado



Esqueci-me das Borboletas

Colhi flores do cerrado,
Meu Deus que pecado!
Esqueci-me das borboletas.

Enquanto eu escrevia poesias,
A borboleta lia; ou melhor,
Enquanto eu lia borboletas,

A poesia se escrevia!
Dá no mesmo… Tudo é pura magia!

Zaida Machado


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Imagine - Erick Moraes





Imagine

Imagine que louco seria.
Digo sobre ser amado.
O quão louco seria isso.

Imagine só, alguém que deseja o melhor pra ti
Alguém que mesmo sem você esperar, te beija
Alguém que lhe sorri
Alguém que lhe deseja.

Imagine alguém que pensa em ti antes de dormir
Alguém que sonha te completar
Alguém que te faça sonhar.

Imagine ser de alguém
Ter alguém
Ter seu lugar no espaço
Ter espaço no coração de alguém.

Imagine ser inspiração de um soneto
Dum dueto
Ser música aplaudida por milhões
Música entoada por quarteto.

Imagine... Ser escultura , pintura , obra prima. obra de arte
Ser felicidade de alguém , de poesia ser parte.

Imagine ter alguém em que possa confiar
Alguém pra desabafar
Alguém que lhe diga eu te amo, antes mesmo de você acordar.

Olhe ao seu redor , aquele que lhe fala de amor , deve no mínimo se expressar de alguma maneira
Seja com rimas desarrumadas
Qualquer agrado, qualquer besteira.

Se não encontrar amor verdadeiro por aí , não precisa se preocupar
Pois aquele te criou, certamente pra sempre irá te amar.

Erick Moraes