
Poesia da Silva
Meu pai não é poeta
Nem minha mãe é poetiza
Mas no meu coração frio
Brotou um pouco de poesia
É quando estou sozinho que ela vêm
Aconchegante e pequena
Olhos negros e pequena
Que dá vontade de apertar
E não importa se ela tem
Segredos e dilemas
Sua voz sempre amena
Que dá vontade de sonhar
Minha mão não é de poeta
Nem sei conduzir a poesia
Mas no meu peito vazio
Ela cantou com alegria
E não importa se seu nome é Raquel
Ou Rapunzel
Quando ela vêm eu beijo o céu
Seus lábios são doces como o mel
Ela me dá a mão
Me acalma o coração
Lembra a mim mesmo
Coisas como amor e perdão
E a poesia
Vêm com seu jeito simples
E me cativa
Me alivia
Hoje ela sorriu pra mim
Para me lembrar do que vivi e perdi
E que tudo tem um começo
Que tudo tem seu fim
Amigos
Família
Amores
Enfim ...
Pode disser o que quiser
A poesia nasce onde quer
Nasceu em mim e eu nem queria
Agora vivo com ela
Sou seu aprendiz
José Alberson
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